Sexta-feira, 11 de Julho de 2008

Guilherme Tell não faria melhor...

 

A coisa passou-se já há alguns dias mas a falta de tempo e de paciência adiam-me a vontade.

Fui esperar a minha mais nova ao Aeroporto.

É uma coisa de família...nem que se vá ali ao virar da esquina, se mete avião é para ir buscar.

Primeiro é o nervosinho das olhadelas para os monitores.

Aterrou, maravilha ! Agora é só mais meia hora ou três quartos dela.

Então, de suspiro dado, é tempo de apreciar o autêntico teatro que nos rodeia.

Não é propriamente Heathrow, falta muito turbante, muito sari, mas dá para entreter a vista...

Desta vez a agitação era em português.

Comecei por ver as bandeiras nacionais.

Entre pequenas e grandes contei 8.

Os participantes também não eram muitos mais. Para aí uns 15. Mas muito animados. Poucos mas bons.

Duas faixas rectangulares.

Uma dizia Parabéns Nuno Pombo. E a outra Voa até Pequim !

Cusca por natureza, ouvido à custa, danadinha para saber quem tinha conseguido mínimos para os Jogos Olímpicos.

Mistério desvendado quando chega a bandeira da Federação de Tiro com Arco. 

Fiquei a pensar, se fosse uma equipa de futebol estariam ali às centenas. E mais as televisões e as rádios e os etc.

Os nossos olímpicos esfalfam-se para estarem presentes, alguns nem grandes apoios têm e, se não são mediáticos, passam quase incógnitos do grande povéu.

Andamos nós a dizer aos miúdos que o que interessa é competir e, depois, só se pensa no ouro, na prata e, vá lá, no cobre.

Se aquela cena das bandeiras por todo o lado serve para demonstrar o apoio de Portugal, deviam fazer o mesmo pelos atletas olímpicos.

Ou, se como eu, já deram para as bandeirinhas, talvez pelo menos saber quem eles são.

Como cheguei à conclusão que, dos setenta e tal só conheço aí uns dez, resolvi investigar e começar pelo Pombo.

Nuno Pombo tem só 30 anos, mas é a 3ª vez que vai às Olimpíadas e classificou-se ao vencer a final da Taça do Mundo de Boé, França.

Claro que vou estar atenta ao Obikwelu,à Naíde, à Vanessa, ao Nelson Évora, à Susana Feitor, aos jovens do mar Miguel Nunes porque é filho de um antigo colega e o João Rodrigues, o único que conheço pessoalmente - um madeirense calmo e simpático, que faz parecer canja aquele equilíbrio mirabolante em cima da prancha.

Mas como eu sei, por experiência própria, o quanto custa acertar no placard quanto mais no alvo, vou estar de olho em si, Pombo e, voe o que voe, tem desde já o meu apoio.

 

 

A experiência própria aqui está. O senhor da Federação bem se esforçou...

 

 

...mas nem no placard acertei !!! Mas fiquei com uma fotografia com muito estilo !!!

 

 

sinto-me: com pontaria zarolha !
publicado por entreparentes às 17:53
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De Crisálida a 16 de Julho de 2008 às 23:06
A foto ficou muito boa mesmo. :-))
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